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domingo, 18 de novembro de 2012

#Literatura Livro relata como a Folha faz ficção em lugar de jornalismo

Está nas livrarias a obra “A Ditadura Continuada”, de Jackson Ferreira de Alencar (Editora Paulus). O livro relata fatos, factóide e partidarismos da imprensa na eleição de Dilma Rousseff. Foi a vitória da ficção contra o jornalismo. Na verdade, pura manipulação da mídia em processos eleitorais. Virou regra.


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

#Música A África nos instrumentos do Bixiga 70

O que acontece quando um conjunto de músicos vindos da cena independente paulistana resolvem se encontrar para manifestar seu amor pela música africana? Basta observar o primeiro álbum do coletivo Bixiga 70 que você encontrará todas as respostas. Concentrando nada menos do que 10 integrantes, o grupo paulistano apresenta agora sua homônima estréia, um composto de dez composições instrumentais repletas de primor e que estabelecem um forte laço entre a cultura brasileira, o continente africano e a música que por lá é anunciada.


#História Civilização maia tinha método sustentável para gerenciar água

Os antigos maias construíram um sistema hidráulico sofisticado e sustentável que foi sendo aperfeiçoado por mais de mil anos para servir a uma população crescente. O colapso posterior dessa civilização da América Central tende a ofuscar sucessos anteriores como esses.

Templo no reino de Tikal, um dos mais importantes do perí­odo clássico da civilização maia
Templo no reino de Tikal, um dos mais importantes
do perí­odo clássico da civilização maia

#Mundo Produção de mel colorido intriga apicultores na França

A produção de mel colorido está intrigando apicultores na França. Recentemente, os produtores encontraram mel em cores bastante incomuns – há mel marrom, verde e até azul. O incidente ocorreu na cidade de Ribeauvillé, na Alsácia, no nordeste do país.

Apicultor francês mostra potes de mel colorido (Foto: Vincent Kessler/Reuters)
Apicultor francês mostra potes de mel colorido
(Foto: Vincent Kessler/Reuters)

#Literatura O lixão dos repressores

Foi uma resposta macabramente concreta à dolorosa questão que acompanhara por anos a fio os familiares de tantos homens e mulheres assassinados pela ditadura: o que havia sido feito de seus corpos? Atônitos, o País e as famílias dos desaparecidos políticos descobriram a resposta ao mesmo tempo, e da pior forma possível. Em um canto do Cemitério Dom Bosco, no afastado bairro de Perus, na periferia de São Paulo, uma vala de 30 metros de comprimento por 50 centímetros de largura e 2,7 metros de profundidade surgiu aos olhos do público, tão escancarada quanto a tortura do período. Era 4 de setembro de 1990. Sob o olhar da mídia, os ossos foram saindo: 1.049 ossadas encheram dezenas de sacos plásticos, empilhados na grama um a um. Neles inexistia identificação dos corpos. Vítimas políticas e indigentes mortos de fome e meningite, inclusive crianças, dividiam os sacos. Em alguns, havia até três crânios. E assim, o passado dos dias de chumbo retornou à opinião pública, exumando a ditadura na memória coletiva do Brasil.