Em seu programa de tevê e nos cultos, o pastor Silas Malafaia, da
Assembleia de Deus, um dos maiores porta-vozes do conservadorismo
religioso no País, costuma repetir a ladainha: “Homossexualidade na
Bíblia é pecado. Pode tentar, forçar, mas é pecado”. Mas será mesmo
pecado ser gay? Não, contestam, baseados na interpretação da mesma
Bíblia, sacerdotes cristãos, tanto católicos quanto evangélicos. Para
eles, a mensagem de Jesus era de inclusão: se fosse hoje que viesse à
Terra, o filho de Deus teria recebido os homossexuais de braços abertos.