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sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Hein, como assim?

Pedreiro é flagrado transando com um muro

Renê Moreira / Cosmo On Line

Uma cena no mínimo muito estranha foi presenciada na madrugada desta sexta-feira por uma dona-de-casa de Franca. Ao ouvir um barulho no quintal de sua casa, levantou da cama e foi ver o que acontecia. Teve então uma tremenda surpresa ao se deparar com o vizinho, um pedreiro de 59 anos, transando com o muro.

A cena deixou a mulher perplexa e de imediato ela acionou a polícia. Ela contou que o vizinho, A.G.M, estava com suas partes íntimas de fora penetrando um buraco no muro, sussurrando e acariciando a parede bastante áspera. O mais incrível é que levado ao plantão policial, o acusado confessou tudo e garantiu que estava arrependido.

Já a mulher contou que há tempos vinha desconfiando dos comportamentos estranhos do vizinho, que teria mexido com sua filha de apenas dez anos há poucos dias quando a mesma voltava de uma padaria. Entretanto, ela diz que não esperava nunca ter visto uma cena tão grotesca como a que presenciou no muro que divide sua casa com a do pedreiro, na rua Egídio de Castro Oliveira,
no Jardim Aeroporto.

O escrivão de polícia Rogério Primo contou que o acusado já esteve preso por atentado violento ao pudor. Dessa vez acabou indiciado por importunação ofensiva ao pudor e liberado algumas horas depois e, ao contrário do que se imagina, não apresentava sinais de qualquer tipo de distúrbio mental.

Antes de deixar a delegacia, durante o período em que permaneceu no local, o pedreiro ficou de "castigo" lendo um livro religioso sobre direitos humanos que fica plantão policial. E ao deixar o distrito garantiu ter aprendido muito com a obra. De todo modo será investigado pela polícia, que quer saber se ele não está envolvido em algum outro crime de ordem sexual registrado na região.


Fonte: www.cosmo.com.br

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Sobre os estafados de plantão

Apesar do atraso, segue um post sobre a manifestação (?????) ocorrida sábado passado (18/08) na Praça da Sé, em Sampa.
Para quem não acompanhou (no que fazem muito bem crianças) esse movimento (??????????) com um dos nomes mais esdrúxulos (Cansei! - UI!!!) já criados, a dita manifestação teve como pilar de sustentação e principal braço político a OAB-SP na figura do seu honorabilíssimo presidente Luiz Flávio D'Urso (que não se perca pelo nome). Seu principal mentor foi ninguém mais, ninguém menos que João Dória Jr.; e o mais pitoresco...teve como madrinhas : Hebe Camargo, Ivete Sangalo, Ana Maria Braga e Regina Duarte. Todas as figuras citadas são internacionalmente reconhecidas por seu passado de ativismo político e trabalho social absolutamente inquestinável.
Bom, mas vou deixar quem entende do riscado falar por mim; segue um singelo post retirado do Blog do Mino, esse senhor que não tem qualificação nenhuma para falar dessas pessoas de tão íntegro e ilibado caráter e estofo moral...
Vejam que absurdo:

Cansados na praça

Duas mil pessoas, segundo a polícia, cinco mil segundo os promotores, participaram hoje, em São Paulo, na praça da Sé, da manifestação organizada pelo Movimento Cansei. Como se sabe, a elite está cansada das mazelas e dos riscos que sofre em país onde, sempre e sempre, fez e desfez com a certeza da impunidade. A polícia cuidou de manter afastados os freqüentadores habituais da praça, transformada, de três décadas para cá, em corte de milagres. Meninos de rua, punguistas, ambulantes, oradores improvisados, saltimbancos, mendigos, hoje não tiveram acesso ao território que lhes ofereceram, de graça, a incúria e o descaso dos senhores fatigados. O satrapa da OAB paulista, um certo D’Urso, não se aproveitou da elevação do palanque para deitar falação alentada, deixou a tarefa para outro da sua turma, capaz de confessar, em lágrimas, falta de coragem para tomar um avião e visitar a filha e a neta, que moram no além mar. Não foi esclarecido se a triste situação é da responsabilidade direta do presidente da República, certo é que manifestantes próximos do palanque assumiram o papel de coro grego para soletrar aos brados: Fora Lula. Insistiu D’Urso sobre o caráter apolítico do congraçamento cívico e não faltaram referências à pátria, a mesma que, segundo o doutor Johnson, é “o último refúgio dos canalhas”. O doutor em questão não é sócio da Johnson & Johnson. Até então à sombra, o Iconoclasta Mor, João Dória Jr., caiu das nuvens quando perguntado pelos repórteres, numerosos e excitados, sobre os objetivos políticos do movimento. E não hesitou em recordar seu pai, esquerdista declarado, cassado pela ditadura. Chegou a sorrir diante de perguntas tão esdrúxulas. Em compensação, uma advogada saída para a calçada da sede próxima da OAB, e acossada por populares dispostos a aparentar alguma irritação com a pantomima, revidou asperamente e disse que a pretensa atitude apolítica dos cansados é “mentirinha de ocasião”. Populares apareceram, de fato e um deles gritou: “Ivete Sangalo, vim aqui para ver você”. Outro disse, ao se retirar: “Eu estou cansado é de trabalhar”. Recordo duas manifestações anteriores na praça da Sé, uma com direito a culto ecumênico, em memória de Vlado Herzog, o jornalista assassinado no Doi Codi da rua Tutóia por torturadores (surpresa?) incompetentes. Naquele dia 31 de outubro de 1975 havia dez mil pessoas apinhadas na catedral e nas escadarias. A outra é o comício das Diretas-Já, certamente contestado por muitos cansados atuais, ou por seus pais. Quinhentas mil pessoas lotaram a praça, dia 25 de janeiro de 1984.

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Preciso dizer mais, ou quer que eu desenhe com hidrocor?