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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

#História As gotas da controvérsia - Chanel e o nazismo


Dois livros investigam a criação da Chanel
e sua ligação com os nazistas

Dias depois de liberar Paris da ocupação nazista, em agosto de 1944, soldados americanos formaram uma imensa fila diante do número 31 da Rua Cambon. Aquela casa nunca fora próxima, antes, dos heróis da libertação. Sua singularidade estava em abrigar não uma sede militar, mas uma loja de roupas. Mesmo sem falar uma palavra de francês, os americanos agora poderiam passar pela porta do estabelecimento, abrir os dedos de uma das mãos diante da vendedora no saguão e ter seu pedido satisfeito com elegância. Esses soldados queriam frascos de perfume Chanel n° 5, que carregariam como lembrança da guerra e do luxo europeu a suas mães, namoradas e irmãs.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Pesquisa deliberativa na Andaluzia

A ideia da pesquisa deliberativa é simples. Uma amostra representativa da população é selecionada. Em seguida, eles são convocados para um debate. A finalidade é que as pessoas se pronunciem a favor ou contra o projeto. No final, todos são novamente inquiridos, o que permite entender como sua visão inicial evoluiu

por Ernesto Ganuza*


O fim inesperado do maior jornal semanal britânico

Em julho, os britânicos descobriram a natureza das práticas do hebdomadário News of the World. O desvio iluminou outros: concentração das mídias, mercantilização da informação, conveniências políticas. Uma concepção de imprensa encarnada pelo magnata Rupert Murdoch

por Jean-Claude Sergeant*


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Twitter ou o triunfo da plasticidade

Desde a sua criação, em 2006, o Twitter propõe aos internautas a transmissão de mensagens curtas pela internet e por celulares. Simples e gratuito, o serviço atinge cada vez mais usuários. Ele se tornará rapidamente, conforme a ambição de seus criadores, no “principal centro de informações do planeta”?

por Mona Cholllet*


O professor e a propriedade intelectual

"É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”, diz a Constituição. Mas interpretações de propriedade intelectual bombardeiam sua função social e subvertem a lógica do direito autoral, criado para favorecer a criatividade, e não o lucro

Artigo de Ladislau Dowbor

We urge Government to ensure that in future, policy on intellectual property issues is constructed on the basis of evidence, rather than weight of lobbying”1
(Ian Hargreaves, Relatório sobre propriedade intelectual para o governo britânico, maio de 2011)



(Forma de acesso ao material científico de uma pós-graduação de linha de frente do país)