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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Canadá apresenta carro elétrico com carroceria de fibra de maconha

Depois de anunciar a produção de um carro feito com fibra natural, a empresa canadense Motive apresentou oficialmente a novidade durante a conferência EV 2010 VÉ em Vancouver, Canadá.

Kestrel, fabricado pela Motive, utiliza fibra de maconha na carroceria
Kestrel, fabricado pela Motive, utiliza fibra de maconha na carroceria (Foto: Divulgação)

O modelo, batizado de Kestrel, utiliza motor elétrico e traz a carroceria composta por cânhamo, material derivado da Cannabis sativa, nome científico da maconha. De acordo com a fabricante, a fibra da planta é mais viável por não enferrujar, absorver melhor os impactos e ser mais leve. A novidade pesa 850 kg e tem capacidade para até quatro pessoas.

Em relação ao design, a empresa afirma que apostou em linhas simples. "Os veículos elétricos precisam ser eficientes, por isso que o desenho do Kestrel tinha que ser simples (com o mínimo de componentes), leve e atrativo para os olhos", afirmou em nota o designer do carro, Darren McKeage.

Para o presidente da Motive, Nathan Armstrong, a oportunidade é única por promover progressos significativos no setor do automóvel e "apoiar o setor canadense do automóvel ao proporcionar produtos sustentáveis e oportunidades para criar novos trabalhos 'verdes' no setor manufatureiro".

A potência não foi revelada, mas os dados oficiais dão conta que ele atinge velocidade máxima de 135 km/h e tem autonomia para 160 quilômetros. O Kestrel é um dos modelos que faz parte do Project Eve, consórcio de empresas para desenvolver a eletromobilidade no Canadá. As vendas dele deverão começar em 2012.

Fonte: Auto Esporte, em 16/09/2010

O último gol de Pelé - Aos 70 anos

Esse vídeo foi lançado em 16 de junho de 2010, um filme publicitário, feito pela Y&R, com produção da O2, para a VIVO, mostrando o desejo de Pelé fazer seu último gol pela seleção brasileira. Divirtam-se com esta espetacular produção de Fernando Meirelles.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Grécia: milhares protestam em Tessalônica contra rigor fiscal

O primeiro-ministro grego, Giorgos Papandreou, manifestou sua vontade de dar andamento a seu plano de rigor fiscal para tirar o país da crise financeira, apesar dos protestos de milhares de pessoas, que marcharam pelas ruas de Tessalônica (norte) contra sua política de ajuste.

Os manifestantes, em torno de 20.000 segundo a polícia, fizeram passeatas após serem convocados pelos sindicatos e partidos de esquerda na segunda maior cidade do país, gritando slogans como "quem tem que pagar a crise é o capitalismo" ou "nacionalização dos bancos".

Mas em seu discurso, feito na Feira Internacional de Tessalônica, o primeiro-ministro chamou os gregos a "continuar fazendo os esforços e sacrifícios" que permitiram, na opinião dele, "salvar o país da bancarrota".

"Promovo esta batalha sem pensar no custo político, é uma batalha para a sobrevivência da Grécia. Ou realizamos juntos, ou afundamos", afirmou.

Entre as medidas que devem ser adotadas rapidamente e que se somam à reforma do sistema de previdência e ao corte de salários dos funcionários públicos, Papandreou mencionou a adoção de um "novo marco regulatório para a manutenção dos hospitais", para, segundo ele, "colocar ordem nesse setor".

Também se comprometeu em "abrir" para o mercado profissões fechadas, como a dos camioneiros, reestruturar o Orgão Público das Ferrovias, muito endividado, assim como outros órgãos públicos endividados, e liberalizar o mercado de energia", em referência à supressão do monopólio da empresa pública de eletricidade.

Prometeu proteção "aos desempregados e outros grupos frágeis da sociedade, com um aporte de 3,5 bilhões de euros procedentes sobretudo dos programas europeus", assim como "a simplificação dos procedimentos para as empresas, destinados a promover os investimentos, o desenvolvimento verde, a pesquisa e a inovação".

Mas para os manifestantes, as consequências sociais do drástico plano de reajuste são inaceitáveis no dia a dia.

"Querem que o povo pague, mas são os industriais e os banqueiros que levaram o dinheiro", gritava Manolis Spathis, 24 anos, recém-formada em economia, que viajou de Atenas para protestar.










terça-feira, 31 de agosto de 2010

Restaurante brasileiro em Berlim servirá carne humana, diz site da empresa

O que é isso!?!?!?!
Bom, essa notícia foi amplamente republicada no mundo todo, por diversas agências, sites e jornais. Veja um exemplo aqui, na revista Pequenas Empresas Grandes Negócios:
Restaurante brasileiro em Berlim servirá carne humana, diz site da empresa http://bit.ly/99p2ap
Bom, lógico que, com minha costumeira pulga atrás da orelha, fui fazer uma rápida pesquisa no "São Google" antes de iniciar a fazer severas críticas à proposta... E o que achei!?!?!?!?!
(tchan tchan tchan tchan!!!)
É FALSO!!! Isso é um hoax!!! Vejam a bela matéria que a galera do Opera Mundi produziu sobre o caso:
Mídia internacional ignora indícios de fraude e publica notícia sobre restaurante canibal http://bit.ly/cRTFKr
Mais uma vez, a mídia faz um belo desserviço à população! Ninguém fez um questionamento sério antes de publicar a matéria! Esse é o jornalismo "Copia-E-Cola"!!! Como diz o Breno Altman, editor do Opera Mundi, em artigo publicado em 28 de agosto, é "preguiça" dos jornalistas!! Aproveito para enviar esse arqtigo para vocês também, me dando ao direito de assinar embaixo dele!
A mídia é o grande prato do restaurante canibal http://bit.ly/9NsBvi
Ontem à noite, mesmo, já enviei uma mensagem ao Palácio do Planalto, pelo link "Fale com o Presidente" (https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php), pois esse é mais uma estratégia de difamar a imagem do Brasil no exterior!
ABRAÇOS aos manos e BEIJOS às minas!!!!!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Boato sobre ouro forma um novo garimpo na divisa Pará-Maranhão

Começou há menos de dois meses. O boato chegou a Aurizona (MA), Marabá (PA) e aos ouvidos de alguns velhos garimpeiros de Serra Pelada e do Suriname. A notícia é que tem ouro, muito ouro, perto da isolada Viseu (a 361 km de Belém, PA).

Bastou a remota possibilidade de enriquecer para que centenas de homens, mulheres e crianças migrassem para certo trecho da beira do rio Gurupi, na divisa do Pará com o Maranhão.

Não se sabe quem foi o primeiro a chegar. Nem quanta gente já se instalou sob os barracos de lona, montados com troncos das árvores derrubadas ali mesmo, ao lado da lama do mangue.

Alguns falam em 300 pessoas; outros, em 500. Em média, são dez garimpeiros que chegam a cada dia, em barcos fretados -a viagem dura cerca de uma hora e 15 minutos a partir de Viseu.

Para seus criadores, o garimpo que chamam de Arrecife (ou Samaúma, como outros dizem) é um dos mais promissores da Amazônia.

Mesmo sem usar máquina, um homem sozinho pode tirar até cinco gramas de ouro por dia -R$ 250.

Usam técnica ancestral: retiram e "lavam" a lama do fundo do rio, esperando o ouro se acumular no fundo das bateias ou nos degraus das caixas de madeira retangulares -as "cobrinhas".

"Já vieram duas vezes com motor para instalar aqui, mas não deixamos", disse Waldênio Monteiro, 40, que há um mês era segurança da Prefeitura de Viseu.

No ideal romântico da comunidade não cabem as máquinas, a bebida alcoólica, a prostituição, as armas de fogo ou o mercúrio -que facilita a busca pelo ouro, mas polui a água e corrói os nervos humanos.

Querem evitar os cenários de caos, violência e doença associadas às áreas de exploração minerária amazônica.

"Ninguém briga. Isso aqui é um garimpo família, que respeita o ambiente", disse Monteiro.
De fato, crianças e mulheres estão por toda parte. As mulheres cozinham e as crianças ajudam no trabalho.

Agora, com o final das férias escolares, os pais querem mandar os filhos de volta para morar com parentes em suas cidades de origem.

Como quase todo mundo, Ivaldo Barros, 50, é do Maranhão. Ele vê um futuro grandioso para quem souber garimpar no Arrecife, que, diz, é uma das raras áreas de exploração apenas manual.

Ele só teme duas coisas: jornalistas e o Ibama. Os jornalistas, dizem, são "alcaguetes", que espalham a fofoca do ouro e atraem de tudo, até a "bandidagem".

O Ibama é pior: pode interditar a área. "Todo garimpo precisa de licença para funcionar. Este ainda não tem.

Assista ao vídeo em http://storage.mais.uol.com.br/player_video.swf?mediaId=5923758&embed=false.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, em 12/08/2010