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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
O último gol de Pelé - Aos 70 anos
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Grécia: milhares protestam em Tessalônica contra rigor fiscal
Os manifestantes, em torno de 20.000 segundo a polícia, fizeram passeatas após serem convocados pelos sindicatos e partidos de esquerda na segunda maior cidade do país, gritando slogans como "quem tem que pagar a crise é o capitalismo" ou "nacionalização dos bancos".
Mas em seu discurso, feito na Feira Internacional de Tessalônica, o primeiro-ministro chamou os gregos a "continuar fazendo os esforços e sacrifícios" que permitiram, na opinião dele, "salvar o país da bancarrota".
"Promovo esta batalha sem pensar no custo político, é uma batalha para a sobrevivência da Grécia. Ou realizamos juntos, ou afundamos", afirmou.
Entre as medidas que devem ser adotadas rapidamente e que se somam à reforma do sistema de previdência e ao corte de salários dos funcionários públicos, Papandreou mencionou a adoção de um "novo marco regulatório para a manutenção dos hospitais", para, segundo ele, "colocar ordem nesse setor".
Também se comprometeu em "abrir" para o mercado profissões fechadas, como a dos camioneiros, reestruturar o Orgão Público das Ferrovias, muito endividado, assim como outros órgãos públicos endividados, e liberalizar o mercado de energia", em referência à supressão do monopólio da empresa pública de eletricidade.
Prometeu proteção "aos desempregados e outros grupos frágeis da sociedade, com um aporte de 3,5 bilhões de euros procedentes sobretudo dos programas europeus", assim como "a simplificação dos procedimentos para as empresas, destinados a promover os investimentos, o desenvolvimento verde, a pesquisa e a inovação".
Mas para os manifestantes, as consequências sociais do drástico plano de reajuste são inaceitáveis no dia a dia.
"Querem que o povo pague, mas são os industriais e os banqueiros que levaram o dinheiro", gritava Manolis Spathis, 24 anos, recém-formada em economia, que viajou de Atenas para protestar.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Restaurante brasileiro em Berlim servirá carne humana, diz site da empresa
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Boato sobre ouro forma um novo garimpo na divisa Pará-Maranhão
Bastou a remota possibilidade de enriquecer para que centenas de homens, mulheres e crianças migrassem para certo trecho da beira do rio Gurupi, na divisa do Pará com o Maranhão.
Não se sabe quem foi o primeiro a chegar. Nem quanta gente já se instalou sob os barracos de lona, montados com troncos das árvores derrubadas ali mesmo, ao lado da lama do mangue.
Alguns falam em 300 pessoas; outros, em 500. Em média, são dez garimpeiros que chegam a cada dia, em barcos fretados -a viagem dura cerca de uma hora e 15 minutos a partir de Viseu.
Para seus criadores, o garimpo que chamam de Arrecife (ou Samaúma, como outros dizem) é um dos mais promissores da Amazônia.
Mesmo sem usar máquina, um homem sozinho pode tirar até cinco gramas de ouro por dia -R$ 250.
Usam técnica ancestral: retiram e "lavam" a lama do fundo do rio, esperando o ouro se acumular no fundo das bateias ou nos degraus das caixas de madeira retangulares -as "cobrinhas".
"Já vieram duas vezes com motor para instalar aqui, mas não deixamos", disse Waldênio Monteiro, 40, que há um mês era segurança da Prefeitura de Viseu.
No ideal romântico da comunidade não cabem as máquinas, a bebida alcoólica, a prostituição, as armas de fogo ou o mercúrio -que facilita a busca pelo ouro, mas polui a água e corrói os nervos humanos.
Querem evitar os cenários de caos, violência e doença associadas às áreas de exploração minerária amazônica.
"Ninguém briga. Isso aqui é um garimpo família, que respeita o ambiente", disse Monteiro.
De fato, crianças e mulheres estão por toda parte. As mulheres cozinham e as crianças ajudam no trabalho.
Agora, com o final das férias escolares, os pais querem mandar os filhos de volta para morar com parentes em suas cidades de origem.
Como quase todo mundo, Ivaldo Barros, 50, é do Maranhão. Ele vê um futuro grandioso para quem souber garimpar no Arrecife, que, diz, é uma das raras áreas de exploração apenas manual.
Ele só teme duas coisas: jornalistas e o Ibama. Os jornalistas, dizem, são "alcaguetes", que espalham a fofoca do ouro e atraem de tudo, até a "bandidagem".
O Ibama é pior: pode interditar a área. "Todo garimpo precisa de licença para funcionar. Este ainda não tem.
Assista ao vídeo em http://storage.mais.uol.com.br/player_video.swf?mediaId=5923758&embed=false.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, em 12/08/2010






