O quê???? Um Zamélio falando do BBB???
É isso mesmo, galera! Hoje é dia de homenagear o Big Brother Brasília 2010 - a cada semana um é eliminado! E não precisamos nem dar dinheiro para a Globo e para as empresas de telefonia!! Fácil, fácil!! re, re, re...
Curtam aí!!!
Procurando....
quarta-feira, 10 de março de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
ANVISA e Cadeiras de Rodas do Instituto Boldrini
Fiz o seguinte questionamento por meio da Ouvidoria da ANVISA, em 26 de janeiro de 2010:
À ANVISA
Tendo em vista notícia veiculada ontem (25/01) pela EPTV Campinas (http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.aspx?285875), solicito informar se procede a informação de que os equipamentos estão parados por não haver análise da ANVISA ou se algum outro problema nesta questão.
Atenciosamente
Márcio Leal
CPF: 251.642.198-24
===============================
Hoje, 28 de janeiro de 2010, recebi a seguinte resposta (a qual qualifiquei como "BOA"):
Parecer Final: Prezado Sr. Marcio,
Considerando a natureza do seu relato, reportamo-nos à Coordenação de Vigilância Sanitária em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados CVS PAF/SP- , que prestou as seguintes orientações:
" Informamos-lhe que :
-1 Em abril de 2009 recebemos o doc/fax nº 288/2009/GIPAF, solicitando subsidio referente à carga da LI: 09/0115651-2, como o licenciamento de importação encontrava-se cancelado, notificamos imediatamente o importador (Notificação 300/2009/PAVCP em anexo), porém não tivemos resposta até o momento.
2-No dia 16/12/2009 recebemos o doc/fax nº 730/2009/GIPAF com solicitação de informações para diversos licenciamentos de importação, notificamos o interessado, que respondeu em 29/12/2009. Este documento foi encaminhado a GIPAF no mesmo dia, sob o expediente nº. 675680/09-8 e estamos no aguardo do parecer."
Agradecemos seu contato com nosso serviço, ao tempo em que reafirmamos que um dos nossos objetivos é o aprimoramento de nossa missão como serviço público, qual seja o de prestar um serviço de qualidade ao cidadão.
Atenciosamente,
GGPAF/DIAGE/ANVISA/MS
À ANVISA
Tendo em vista notícia veiculada ontem (25/01) pela EPTV Campinas (http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.aspx?285875), solicito informar se procede a informação de que os equipamentos estão parados por não haver análise da ANVISA ou se algum outro problema nesta questão.
Atenciosamente
Márcio Leal
CPF: 251.642.198-24
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Hoje, 28 de janeiro de 2010, recebi a seguinte resposta (a qual qualifiquei como "BOA"):
Parecer Final: Prezado Sr. Marcio,
Considerando a natureza do seu relato, reportamo-nos à Coordenação de Vigilância Sanitária em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados CVS PAF/SP- , que prestou as seguintes orientações:
" Informamos-lhe que :
-1 Em abril de 2009 recebemos o doc/fax nº 288/2009/GIPAF, solicitando subsidio referente à carga da LI: 09/0115651-2, como o licenciamento de importação encontrava-se cancelado, notificamos imediatamente o importador (Notificação 300/2009/PAVCP em anexo), porém não tivemos resposta até o momento.
2-No dia 16/12/2009 recebemos o doc/fax nº 730/2009/GIPAF com solicitação de informações para diversos licenciamentos de importação, notificamos o interessado, que respondeu em 29/12/2009. Este documento foi encaminhado a GIPAF no mesmo dia, sob o expediente nº. 675680/09-8 e estamos no aguardo do parecer."
Agradecemos seu contato com nosso serviço, ao tempo em que reafirmamos que um dos nossos objetivos é o aprimoramento de nossa missão como serviço público, qual seja o de prestar um serviço de qualidade ao cidadão.
Atenciosamente,
GGPAF/DIAGE/ANVISA/MS
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
O planeta está realmente esquentando?
Artigo de Gustavo M. Batista* publicado na Folha de São Paulo em 06/01/2010.
ACABAMOS de assistir às principais lideranças mundiais reunidas em Copenhague para discutir os destinos do planeta diante da ameaça do aquecimento global antropogênico. Ironicamente, foram necessários muitos agasalhos, pois o frio de um inverno rigoroso já se anunciava.
A tese defendida pelo IPCC, de que o aquecimento é provocado pelo homem, baseia-se em três grandes pilares: as séries históricas dos desvios de temperatura global, as séries históricas de concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) e uma previsão de clima baseada no dobro da concentração de CO2.
As séries históricas dos desvios de temperatura global, nas quais se baseia o IPCC, mostram que, nos últimos cem anos, a temperatura média do planeta aumentou 0,6, mas, ao analisarmos os dados, notamos que esse crescimento não foi constante nem linear, pois houve períodos em que ocorreu redução da temperatura do globo.
Além disso, e mais curioso ainda, observamos na análise dos mesmos dados que, nos momentos em que a temperatura subiu, não há relação de proporcionalidade com o aumento de CO2, ou seja, não é possível, com base nessas séries históricas, afirmar que a temperatura aumentou em decorrência do aumento das emissões de dióxido de carbono.
Outra observação inquietante desses dados mostra que, entre 1943 e 1966, período em que o processo de urbanização se consolidava no mundo, associado ao crescimento econômico expressivo do pós-guerra, ocorreu redução de 0,18 na temperatura global.
Mais recentemente, a partir de 2005, os dados de temperatura média global baseada em dados de satélites divulgados pela Universidade do Alabama Huntsville (UAH) mostram uma tendência de resfriamento global. Contrariando as previsões dos ambientalistas, o planeta viveu entre 2007 e 2009, no Hemisfério Norte, invernos bastante rigorosos, com direito a uma nevasca histórica em Washington no último mês de dezembro e a inacreditáveis 34,6 negativos na Alemanha, onde, de acordo com o Serviço Alemão de Meteorologia, o inverno está sendo classificado entre os cinco ou dez mais frios dos últimos cem anos.
Os outros dois pilares do aquecimento antropogênico estão relacionados à concentração de CO2 na atmosfera. Segundo os que anunciam essa pseudocatástrofe, essa concentração nunca foi tão elevada quanto agora. Será?
Essa afirmação baseia-se inicialmente nos estudos de Guy S. Callendar, que, a partir de 1938, passou a pregar a influência humana no incremento da temperatura do planeta em decorrência da queima de combustíveis fósseis. É dele um estudo publicado em 1958 que afirma que a concentração média de CO2 atmosférico no século 19 era de 290 ppm (partes por milhão) e, no século 20, chegou a 320 ppm.
Estudos posteriores dos cientistas Fonselius, Koroleff e Wärme lançaram dúvida sobre a tese de Callendar, mostrando que, na verdade, ele teria escolhido a dedo seus dados.
A manipulação teve o objetivo de estabelecer uma suposta tendência de crescimento exponencial nos índices de concentração e de desprezar concentrações superiores ao patamar eleito por ele.
Nos dados desprezados, encontram-se concentrações superiores a 500 ppm já no século 19, mas elas tiveram de ser ignoradas para tornar defensável seu ponto de vista.
Afirma-se que o grande vilão do aquecimento global é o homem, por sua parcela de contribuição para o efeito estufa -retenção do calor pelos gases que apresentam concentração variável na atmosfera, entre eles o dióxido de carbono.
Um dado que tem sido ignorado, no entanto, é que 95% do efeito estufa é decorrente da concentração de outro gás: o vapor d'água. O CO2 corresponde somente a 3,6% do total. Mais grave ainda é que, desse percentual, o homem e suas máquinas respondem por apenas 0,1%. Por essa razão, o climatologista Marcel Leroux disse que "na atmosfera do IPCC não há água".
Entramos recentemente numa nova fase fria do oceano Pacífico e enfrentamos um ciclo de manchas solares que tem apresentado uma atividade muito baixa, como se esperava com os ciclos de Gleissberg.
Isso deve nos levar, ao contrário do que anunciam os profetas do apocalipse climático, a um novo período de resfriamento global, apesar do El Niño deste ano.
O fato é que as temperaturas globais são reguladas por fenômenos naturais de âmbito sistêmico. A mudança do clima, para mais quente ou para mais frio, ocorrerá com ou sem o nosso consentimento. Quem viver verá!
(*) GUSTAVO M. BAPTISTA, 40, doutor em geologia, é professor adjunto da UnB (Universidade de Brasília) e autor do livro "Aquecimento Global: Ciência ou Religião?".
ACABAMOS de assistir às principais lideranças mundiais reunidas em Copenhague para discutir os destinos do planeta diante da ameaça do aquecimento global antropogênico. Ironicamente, foram necessários muitos agasalhos, pois o frio de um inverno rigoroso já se anunciava.
A tese defendida pelo IPCC, de que o aquecimento é provocado pelo homem, baseia-se em três grandes pilares: as séries históricas dos desvios de temperatura global, as séries históricas de concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) e uma previsão de clima baseada no dobro da concentração de CO2.
As séries históricas dos desvios de temperatura global, nas quais se baseia o IPCC, mostram que, nos últimos cem anos, a temperatura média do planeta aumentou 0,6, mas, ao analisarmos os dados, notamos que esse crescimento não foi constante nem linear, pois houve períodos em que ocorreu redução da temperatura do globo.
Além disso, e mais curioso ainda, observamos na análise dos mesmos dados que, nos momentos em que a temperatura subiu, não há relação de proporcionalidade com o aumento de CO2, ou seja, não é possível, com base nessas séries históricas, afirmar que a temperatura aumentou em decorrência do aumento das emissões de dióxido de carbono.
Outra observação inquietante desses dados mostra que, entre 1943 e 1966, período em que o processo de urbanização se consolidava no mundo, associado ao crescimento econômico expressivo do pós-guerra, ocorreu redução de 0,18 na temperatura global.
Mais recentemente, a partir de 2005, os dados de temperatura média global baseada em dados de satélites divulgados pela Universidade do Alabama Huntsville (UAH) mostram uma tendência de resfriamento global. Contrariando as previsões dos ambientalistas, o planeta viveu entre 2007 e 2009, no Hemisfério Norte, invernos bastante rigorosos, com direito a uma nevasca histórica em Washington no último mês de dezembro e a inacreditáveis 34,6 negativos na Alemanha, onde, de acordo com o Serviço Alemão de Meteorologia, o inverno está sendo classificado entre os cinco ou dez mais frios dos últimos cem anos.
Os outros dois pilares do aquecimento antropogênico estão relacionados à concentração de CO2 na atmosfera. Segundo os que anunciam essa pseudocatástrofe, essa concentração nunca foi tão elevada quanto agora. Será?
Essa afirmação baseia-se inicialmente nos estudos de Guy S. Callendar, que, a partir de 1938, passou a pregar a influência humana no incremento da temperatura do planeta em decorrência da queima de combustíveis fósseis. É dele um estudo publicado em 1958 que afirma que a concentração média de CO2 atmosférico no século 19 era de 290 ppm (partes por milhão) e, no século 20, chegou a 320 ppm.
Estudos posteriores dos cientistas Fonselius, Koroleff e Wärme lançaram dúvida sobre a tese de Callendar, mostrando que, na verdade, ele teria escolhido a dedo seus dados.
A manipulação teve o objetivo de estabelecer uma suposta tendência de crescimento exponencial nos índices de concentração e de desprezar concentrações superiores ao patamar eleito por ele.
Nos dados desprezados, encontram-se concentrações superiores a 500 ppm já no século 19, mas elas tiveram de ser ignoradas para tornar defensável seu ponto de vista.
Afirma-se que o grande vilão do aquecimento global é o homem, por sua parcela de contribuição para o efeito estufa -retenção do calor pelos gases que apresentam concentração variável na atmosfera, entre eles o dióxido de carbono.
Um dado que tem sido ignorado, no entanto, é que 95% do efeito estufa é decorrente da concentração de outro gás: o vapor d'água. O CO2 corresponde somente a 3,6% do total. Mais grave ainda é que, desse percentual, o homem e suas máquinas respondem por apenas 0,1%. Por essa razão, o climatologista Marcel Leroux disse que "na atmosfera do IPCC não há água".
Entramos recentemente numa nova fase fria do oceano Pacífico e enfrentamos um ciclo de manchas solares que tem apresentado uma atividade muito baixa, como se esperava com os ciclos de Gleissberg.
Isso deve nos levar, ao contrário do que anunciam os profetas do apocalipse climático, a um novo período de resfriamento global, apesar do El Niño deste ano.
O fato é que as temperaturas globais são reguladas por fenômenos naturais de âmbito sistêmico. A mudança do clima, para mais quente ou para mais frio, ocorrerá com ou sem o nosso consentimento. Quem viver verá!
(*) GUSTAVO M. BAPTISTA, 40, doutor em geologia, é professor adjunto da UnB (Universidade de Brasília) e autor do livro "Aquecimento Global: Ciência ou Religião?".
sábado, 5 de dezembro de 2009
The Great Global Warming Swindle
Galera, esse é um tema para o qual eu gostaria de ver um debate mais qualificado: em quanto o ser humano é realmente responsável pelo aquecimento global?
Tenho uma tese e lembre-me dela quando conheci hoje o filme "The Great Global Warming Swindle" [A Grande Farsa do Aquecimento Global], produzido originalmente para a TV, pelo britânico Channel Four. Apesar de o título ser uma paródia ao filme "The Great Rock'n'Roll Swindle" - que tem a banda punk como Sex Pistols como personagens principais -, é um documentário sério, dando voz a diversos cientistas que estudam sobre o tema.
Para saber sobre o filme, indico a leitura de http://www.greatglobalwarmingswindle.co.uk/ e http://www.independent.org/newsroom/article.asp?id=1945.
Bom, vocês podem me perguntar: esses caras são loucos? Até o mundo mineral sabe que o aquecimento global foi causado primeiro pelo CFC (lembram dele, das geladeiras?) e depois pelo gás carbônico, o grande vilão da atuaidade...
E será que sabe mesmo? Sempre me questionei até que ponto o interesse econômico passa pela verdade. Vamos refletir... Quando o vilão era o CFC, que atacava a camada de ozônio, todos tivemos que trocar nossas geladeiras e ar-condicionados. E quem lucrou com isso?
Hoje, o uso abusivo da água e a produção de CO2 são os novos vilões... E lá surge um mercado latente de torneiras que se fecham automaticamente, lâmpadas de menor consumo - e maior preço - sendo impostas por lobbies, carros flex que você PRECISA ter...
Até quanto interessa aos ditos países de primeiro mundo que os em desenvolvimento abram indústrias, saiam da condição de produtores de matéria-prima para manufatores (existe essa palavra? re, re, re...)? Curioso que poucos falam do impacto ambiental da produção agrícola e pecuária....
Não podemos negar o impacto ambiental de nossas ações - e por tal precisamos e devemos respeitar o meio-ambiente, já que sobrevivemos dele -, mas somos mesmo os responsáveis pelo aquecimento global? Não é esse apenas um processo cíclico do universo?
Abro o debate e posiciono: Tudo é capitalismo, tudo é dinheiro, tudo é mercado!
Vejam oi filme aí embaixo, em capítulos, pelo Youtube!!
ABRAÇOSSSS
=================
1 de 9:
2 de 9:
3 de 9:
4 de 9:
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7 de 9:
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Tenho uma tese e lembre-me dela quando conheci hoje o filme "The Great Global Warming Swindle" [A Grande Farsa do Aquecimento Global], produzido originalmente para a TV, pelo britânico Channel Four. Apesar de o título ser uma paródia ao filme "The Great Rock'n'Roll Swindle" - que tem a banda punk como Sex Pistols como personagens principais -, é um documentário sério, dando voz a diversos cientistas que estudam sobre o tema.
Para saber sobre o filme, indico a leitura de http://www.greatglobalwarmingswindle.co.uk/ e http://www.independent.org/newsroom/article.asp?id=1945.
Bom, vocês podem me perguntar: esses caras são loucos? Até o mundo mineral sabe que o aquecimento global foi causado primeiro pelo CFC (lembram dele, das geladeiras?) e depois pelo gás carbônico, o grande vilão da atuaidade...
E será que sabe mesmo? Sempre me questionei até que ponto o interesse econômico passa pela verdade. Vamos refletir... Quando o vilão era o CFC, que atacava a camada de ozônio, todos tivemos que trocar nossas geladeiras e ar-condicionados. E quem lucrou com isso?
Hoje, o uso abusivo da água e a produção de CO2 são os novos vilões... E lá surge um mercado latente de torneiras que se fecham automaticamente, lâmpadas de menor consumo - e maior preço - sendo impostas por lobbies, carros flex que você PRECISA ter...
Até quanto interessa aos ditos países de primeiro mundo que os em desenvolvimento abram indústrias, saiam da condição de produtores de matéria-prima para manufatores (existe essa palavra? re, re, re...)? Curioso que poucos falam do impacto ambiental da produção agrícola e pecuária....
Não podemos negar o impacto ambiental de nossas ações - e por tal precisamos e devemos respeitar o meio-ambiente, já que sobrevivemos dele -, mas somos mesmo os responsáveis pelo aquecimento global? Não é esse apenas um processo cíclico do universo?
Abro o debate e posiciono: Tudo é capitalismo, tudo é dinheiro, tudo é mercado!
Vejam oi filme aí embaixo, em capítulos, pelo Youtube!!
ABRAÇOSSSS
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6 de 9:
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
MBA em Gestão Estratégica - Aulas 7 e 8 de 8
Pessoal,
AULA 7
- "Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?"
O corvo responde: - "Claro, porque não?"
O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Eu estive viajando nos últimos dias, prestando diversas consultorias no tema Gestão Estratégica pelo país afora. Por isso, para garantir a realização do nosso calendário, eu vou dar uma acelerada e juntarei as aulas 7 e 8 em uma única.
Na semana que vem, começam os exames finais... Assim, boa sorte a todas e todos! Espero não vê-los mais nessa turma no próximo ano, pois 3 vezes já será demais!!
Sucesso e bons negócios!!!
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AULA 7
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
O corvo responde: - "Claro, porque não?"
O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Conclusão:
Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.
AULA 8
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo as árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa. Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Conclusão:
A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.
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