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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Tá chegando a Festa do Ridículo



No sábado (25/07), a Homem da Marreta Produções promove em Brasília a “Festa do Ridículo”, com muito rock’n’roll e diversão. A festa, que contará com a banda Mustang 65, tocando o melhor do rock internacional, anos 70 e um set exclusivo de Elvis Presley, e o DJ Thiago Freitas (residente), será às 23h59, no Clube da Imprensa.

Homem da Marreta

A Homem da Marreta começou a operar no mês de maio, formada por quatro produtores de Brasília – Daniel Lemos, Luis Ramirez, Márcio Leal e Thiago Freitas. O objetivo é atuar em mercados latentes, que têm pouco espaço na cidade. “Fazemos festas para um público específico, que curte rock’n’roll, e que não está sendo bem atendido aqui na cidade”, afirma Lemos.

Serviço
O quê: Festa do Ridículo
Quando: Sábado (25/07), a partir das 23h59
Onde: Clube da Imprensa - Vila Planalto - Setor de Clubes Norte trecho1 lote1 (próximo à Concha Acústica, ao lado do restaurante Retiro do Pescador).
Quanto: R$ 15,00 (meia-entrada). Entrada grátis para as 50 primeiras pessoas que chegarem na festa e estiverem com seu nome na lista (enviar e-mail para homemdamarreta@gmail.com). Lista válida até às 0h59.

Contatos para Imprensa/Entrevistas: Mídia.Com – (61) 8137-1235, com Márcio Leal.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Aqui se faz aqui se paga

Bom, é isso!!

Esse ditado nunca serviu tão bem quanto na relação Revista Veja e Governador do DF José Roberto Arruda (isso! aquele do caso da quebra de sigilo do painel, lembra?).

O Governador assina contratação direta com a editor Abril, no valor de R$ 442 mil, para a distribuição da revista Veja na Sala de Aula - um valor agregado, como dizem os mercadológicos! (re, re, re...) da própria Veja - nas escolas públicas do DF. (Isso! O Governador José Serra também fez a mesma coisa... Lembra?).

O que Arruda levou de presente? As Páginas Amarelas!!!! Tá na edição dessa semana... Ganhou tratamento VIP o homem.

E nem precisamos entrar no mérito que os motivos da contratação direta, sem licitação, devem ter sido excelentes, pois há pelo menos mais umas duas editoras que produzem o mesmo tipo de material, uma delas a da revista Carta Capital. Podiam ter feito uma licitaçãozinha, né? (Isso mesmo!!! o Governador Serra também poderia ter feito a mesma coisa!!!)

ABRAÇOSSSSS

Ah, sim... Para os que tem estômago mais forte, vocês podem ler a entrevista em: http://arquivoetc.blogspot.com/2009/07/veja-entrevista-jose-roberto-arruda.html
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segunda-feira, 13 de julho de 2009

BSB (DF), siglas complicadas e perfeitinhas

Texto de Marcelo Torres (marcelocronista@gmail.com), recebido por e-mail em 11/07/2009.

Em Brasília, não tem jeito, você mora numa quadra que é uma sigla, trabalha num local que é uma sigla, se diverte em locais que são siglas e faz amor em endereços que são siglas. Se você for andar a pé, de carro, de buzu ou de metrô, não adianta correr, você estará sobre siglas (EPTG, Epia, Sia) ou sobre uma letra e um número (L2, W3, L4).

As quadras são siglas que variam apenas no número de letras. No Lago Sul e no Lago Norte, você tem biglas, ou seja, siglas de duas letras (QI, QL). Já nas Asas Sul e Asa Norte a pessoa mora em triglas, ou seja, siglas de três letrinhas, SQS, SQN. E no Sudoeste, o Sudoca, mora-se em siglas de quatro (SQSW) e de cinco letras (SHCSW).

Logo quando cheguei aqui, ouvi alguém dizer ”Gilberto Salomão é QI 5”, o que me levou a pensar que, em se tratando da capital do poder, esse QI 5 fosse “Quociente de Inteligência 5”. Estando em Brasília, não descartei que QI5 fosse “Quem Indica 5”.

Só depois me informaram que se tratava de um tradicional centro comercial localizado na QI 5 do Lago Sul. Estive lá e perguntei a 10 pessoas quem foi o Gilberto. Só duas responderam – e falaram a mesa coisa: ”Foi quem construiu este shopping”. Decidi fazer, mas ainda não fiz, uma busca ao Gilberto Salomão no Santo Google.

Mas o tradicional e simpático centro comercial nem precisa de sigla. É o Gilberto e pronto. Se alguém fala que vai “No Gilberto Salomão”, não quer dizer que ele vai à casa de Gilberto Salomão. Até as garças da ponte e as emas do recanto sabem o que é. Aliás, até meu filho Lucas, de quatro anos, vive pedindo para levá-lo ao Gilberto Salomão.

Ah, sim, voltando ao QI, soube que significa Quadra Isolada, enquanto eu cheguei a pensar fosse “Quadra Interna”, um indício de que meu QI é de cinco para baixo.

Pois é, meu caro, não tem escapatória, Brasília é uma cidade siglada, uma siglatura. Um chão, um ar, um mar de siglas. Pra ir ou pra vir, pra sair ou pra voltar, por retas e curvas você estará pisando em siglas, tropeçando nelas e decifrando-as, para que elas não o devorem - elas são complicadas e perfeitinhas, bonitinhas e ordinárias.

A cultura da sigla é tão forte e tão presente no cotidiano que as siglas DF (de Distrito Federal) e BSB (que é o código do aeroporto no sistema aéreo internacional) já foram incorporadas como sinônimos da cidade, além de darem nome a muita coisa por aqui.

Este é um dos ônus por Brasília ser uma cidade oficial, pública, estatal, burocrática, planejada, organizada, sendo a sede dos três poderes e de suas instituições, que são siglas a perder de vista (STF, STJ, TCU, PGR, MEC, TST, TSE, CGU, AGU).

Talvez nenhuma outra unidade da Federação tenha tamanha ligação com as suas duas letrinhas iniciais como tem o Distrito Federal com a sua bigla DF. Tudo bem que SP e RJ são biglas muito comuns também, mas não são tão usadas como é DF. O governo paulista, por exemplo, é Governo do Estado de São Paulo, não é GSP como é o GDF.

Talvez você, brasiliense (adotado ou natural), já esteja aí querendo me mandar a uma sigla – à PQP – ou me achando um bom FDP. Mas não tome isso como galhofa ou zombaria, pois eu, apesar de não ter QI nem PN, sou um apaixonado por Brasília, pelo DF, por BSB, enfim, pelas siglas – esses enigmas que me atraem, que me chamam, que amam.

Nenhuma cidade no mundo é conhecida interna e externamente pelo código do seu aeroporto como Brasília é por BSB. Um recifense, por exemplo, não diz que mora em REC; um paulistano e um carioca não são doidos de dizer que moram em CGH ou SDU (códigos internacionais dos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont).

Não acho feia essa característica da cidade; ao contrário, muitas vezes é algo bonito, diferente, charmoso, objetivo, carinhoso – embora exótico e excêntrico também. Portanto, não me fiquem P da vida nem me mandem à PQP nem me chamem de FDP.

Eu morei na siglona SHCSW, que ao pé das letras significa Setor de Habitações Coletivas Sudoeste, mas ninguém fala a sigla nem o nome por extenso, diz apenas Sudoeste, um bairro novo e emergente, que no início era “Barroeste”, mas que hoje é o Sudoca, um xodó, um dengo de morada.

O SHCSW – essa sigla que a gente só usa quando preenche o campo 'endereço' em algum formulário, não sem antes consultar uma conta de luz ou telefone -, na verdade é o que chamam de Sudoeste “econômico”, um eufemismo que arranjaram para designar o primo pobre da sudoestada.

Há a parte 'mais ou menos' do Sudoca, que é o SQRSW, esse siglão que por extenso significa Setor Quadra Residencial Sudoeste. Tem a área nobre, que é a SQSW, ou Super Quadra Sudoeste. E tem a parte mista, que é QMSW, ou seja, Quadra Mista Sudoeste.

Depois do SHCSW, mudei para a trigla SQN, Super Quadra Norte. Lá, sempre que alguém de outro estado ligava pedindo o endereço, eu dizia “Mande para SQN 314, E-505 que chega”. Mas ninguém acreditava, todos riam, duvidavam, pediam para eu explicar, repetir, 'traduzir' letra por letra.

Brasília tem um lago, que é o Paranoá, mas que acaba sendo dois – Lago Sul e Lago Norte ou SHIS e SHIN, respectivamente, Setor de Habitações Individuais Sul e Setor de Habitações Individuais Norte. Mas é uma sigla que só se usa em campo 'endereço' de correspondências ou formulários. Ninguém diz que mora na SHIS 10.

Aliás, não seria nada mal se essas siglas com vogal fossem lidas como uma palavra. Já não se lêem “Sia”, “Sig” e “Epia” como uma palavrinha? Então, por que não se lê SHIS como “xis” ou SHIN como “chin”? Pelo menos os moradores poderiam falar “Fulano, venha aqui no xis” ou “Eu moro no chin”.

Depois do SHIS ou SHIN vem QL ou QI. E é aí que está o Q da questão. Quando alguém lhe convida para uma visita à casa dele, ele fala “É na QI 5-6-9 do Lago Sul”. Você só precisa gravar que é QI e não QL e a seqüência 5-6-9, que quer dizer Quadra 5, Conjunto 6, Casa 9. Você nem precisa saber o que é QL nem QI, até porque nas plaquetas só aparecem as siglas.

Um dia desses, uns amigos que moram numa república no Lago Sul me chamaram para uma festinha na casa deles. “É na QI 18-8-9”, um deles falou. “República faz lembrar 1889”, reforçou o outro, para que eu memorizasse o 18-8-9. Ou seja, além das siglas, há essas senhas, esses macetes.

As moradias mais antigas, mais tradicionais estão na Asa Sul, identificadas pela sigla SQS. Aí vem o poeta Nicolas Behr e faz um trocadilho com humor e fina ironia: “SQS ou SOS, eis a questão”. É que às vezes você pede socorro mesmo, em meio a siglas e mais siglas. Curitibano de nascença e candango desde pequeno, Behr brincou com as siglas em outros versos:

“tô namorando uma sigla
MSPW
conhecem?
uma gracinha de sigla
ela é minha
emeessepêdabelhuzinha”

[extraído de Poesília, poesia pau brasília, Nicolas Behr]

Aqui, só se trabalha em instituições que são chamadas como siglas: STF, TCU, TSE, STJ, AGU, MMA, PGR, TST, MJ, MPDFT, HFA, HRAN, MDA, CGU, CCBB, STM, MRE, FNDE, MDS, BNDES, Infraero, Ipea, Anac, Anvisa, Anatel e por aí vai. E a própria sede física do local de trabalho são siglas. SIA, SIG, SBS, SBN, SCS, SCN.

- Onde você trabalha?

- No “agá-u-bê”.

- Onde???

- No “Agá-u-bê... Hospital Universitário de Brasília.

- Mas você não estava em outro hospital?

- Sim, estava no “agá-rã”...

- “Agá” o quê??

- “Agá-Ran”, é a sigla do Hospital Regional da Asa Norte, entendeu?

- Ah, sim, entendi. Pensei que era algo sobre rã. E onde fica mesmo o hospital?

- Fica lá no MHN.

- Lá no quê???

- É a sigla de Setor Médico Hospitalar Norte, fica na Asa Norte.

- Ah, tá. E você sabe onde fica a Controladoria Geral da União?

- A CGU?

- Sim, a CGU.

- Acho que fica no SAUS.

- No “sal”?

- Não é “sal”, seu bobo, é SAUS, Setor de Autarquias Sul.

O fundador de Brasília é uma sigla – JK -, que é o nosso Jotakristo, segundo Vicente Sá, citado por Nicolas Behr. Assim como a trigla ACM é nome de tudo quanto é coisa na Bahia, a bigla JK dá nome a trocentas coisas em BSB, no DF. Rádio, colégio, ponte, aeroporto, memorial, busto, prédios e mais prédios, inclusive um tipo de edifício residencial em que o térreo tem apartamento.

Quem vem para cá de avião desembarca no JK, o nome do aeroporto internacional. Na PTP, ou seja, na Praça dos Três Poderes, tem um monumento em homenagem ao fundador. Já na “cauda do avião” há o Memorial JK.

Se o visitante chega de buzu, desembarca no TRF, que nada tem a ver com Tribunal Regional Federal, trata-se do Terminal Rodoferroviário, a rodofê, aquele terminal que é feio que é uma beleza, uma 'rodofeia'.

Quando chega, você parece não entender PN, mas depois você tira de letra, tira de sigla. Você logo vê que a Epia não pia nem é piada. É apenas a sigla da Estrada Parque Indústria e Abastecimento, que corta o SIA, o Setor de Indústrias e Abastecimento. “Põe sia nisso” é o título de um dos livros do poeta Behr.

O governo local atende por uma sigla, aliás, é uma trigla - GDF. Em casa, na rua, no trabalho, na igreja, no clube, no boteco, no shopping, no metrô, no parque e até na barraca de churrasquinho de gato as pessoas a toda hora falam no tal GDF.

Tem hora que você pensa que o tal GDF é uma pessoa, um ser humano, gente verdade, pessoa de carne e osso. E deve ser pessoa boa, pois você ouve toda hora no rádio e na televisão: “O GDF pensa em você, o GDF trabalha para você”. Tão bonzinho...

Você lê a notícia “GDF demite o gerúndio” e logo imagina que o GDF é um CDF cabeção da UnB e que o demissionário Gerúndio, que nem sobrenome tem, só pode ser um servidor corrupto, demitido por justa causa e sem aviso prévio.

Mas tem hora que você pensa que o GDF é uma pessoa má, vingativa, ressentida e sem coração. À boca miúda, fala-se que o GDF multou, o GDF bloqueou, o GDF fechou, o GDF demoliu...

E o dono da cidade também é uma sigla – PO, que é raça de cavalo, cavalo de sigla, Puro de Origem. Só que muita gente o vê como o “pê-ó” político. Já pensou se PO for GDF? Aí um amigo lembrou da ex-ministra e me aconselhou a ficar no RG, ou seja, no “Relaxe e Goze”.

Marcelo Torres, baiano, mora em BSB, jornalista, e-mail marcelocronista@gmail.com e blog http://marcelotorres.zip.net.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Minha homenagem à Letônia 2

Conforme prometido, seguem mais fotos...

E agora vão os links interessantes também!!

++ ABRAÇOSSSS

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Ah, sim, você ainda quer os links, né????

# Quer viajar de mochila para a Letônia? http://bit.ly/Rln5l
# Notícias sobre a Letônia? http://www.daily-news.eu/web/pt/letonia
# Um blog "Brasileiros na Letônia": http://braziliesi.blogspot.com/
# Letônia - Vídeo da passeata das loiras (TV Ig): http://bit.ly/EyTU4
# Minha homenagem à Letônia - 'Exército' de loiras toma ruas contra recessão: http://bit.ly/XaxCK

Minha homenagem à Letônia

Galera,

Recebi por e-mail algumas fotos de mulheres LINDAS, dizendo que são da Letônia.

Como sou um curioso profissional, fui atrás e consegui encontrar muitas coisas legais sobre essa ex-república soviética, às margens do mar Báltico.

Então, a seqüência é essa: fotos de muheres bonitas (que me disseram ser de lá) e alguns links legais para conhecer mais sobre a Letônia.

ABRAÇOSSSS
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Vão 20 fotos, por enquanto.... Mais tarde publico mais!