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sábado, 22 de novembro de 2008

Orquestra Popular da Bomba do Hemetério


Galera

Vale a pena conhecer... Eu vi o show deles e não tem como ficar parado!! É do cara***!!!!!!

ABRAÇOS
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Frevo bombástico
A Orquestra Popular da Bomba do Hemetério renova o gênero mais tradicional do carnaval pernambucano com batidas de funk e um maestro que rege plantando bananeira

A Orquestra Popular da Bomba do Hemetério trouxe um vigor ao frevo que o gênero não via há muito tempo – desde que, relegado a música típica do Carnaval, tornou-se estagnado em clássicos e muito pouco explorado em interpretações ousadas. Na Orquestra da Bomba (assim conhecida pelos mais íntimos), criada há cinco anos no Recife, os arranjos dão ênfase ao ritmo pesado, exploram batidas diversas, do funk ao baião, e resgatam a alegria de tocar, visível nos rostos felizes de seus 20 integrantes.
*DJ Dolores não sabe dançar frevo... mas insiste!
O líder, Maestro Forró, é um caso à parte: dono de um senso de humor agudo, faz os puristas se arrepiarem com sua performance circense, seus breaks repentinos e uma presença de palco hipnotizante. No último Carnaval, uma invenção inesperada – mesmo pros músicos da orquestra – levou o público ao delírio: o maestro se abaixou, plantou bananeira e começou a reger com os pés (!!!!). Se no palco prova-se a qualidade musical do grupo, é nas ruas que o espírito do frevo renasce com toda a força. Já virou tradição: no primeiro domingo depois do Carnaval, os integrantes da Orquestra da Bomba se reúnem e fazem um “arrastão” pelas ruas do bairro que deu nome ao grupo. Sob os pés, as ruas de barro com esgoto a céu aberto. No alto, morros de onde brotam casinhas feitas à mão pelos próprios moradores. No ar, como um sol quase palpável, a música vibrante da banda de frevo mais inovadora do Recife.
Como nos filmes de Emir Kusturica, a banda corre desabaladamente pelas ruas do bairro tocando seus instrumentos de sopro seguida por uma multidão heterodoxa, velhinhas e crianças incluídas, que pode até não ter muito dinheiro, mas, naquele momento, detém a fórmula da felicidade. E isso não tem preço.
Ah, quem viu e babou (“vi umas 20 vezes o vídeo que gravei”) foi o cigano punk Eugene Hütz, insano cantor do Gogol Bordello, de férias no Recife.
Balcanização (ou frevorização) global é isso aí!

*DJ Dolores não sabe dançar frevo... mas insiste!
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O CD vcs encontram para baixar em: http://rapidshare.com/files/82170024/OPBH.rar

01 Frevando em Paris
02 Luand D'Agora
03 Frevando na Bomba do Hemetério
04 Tanajura
05 Suburbano
06 Dadinha no Passo
07 Maracatu Sambar
08 Bolada nas Costas
09 Suíte América
10 Fantasia/Elefante
11 Cabelo de Fogo

sábado, 27 de setembro de 2008

Coyote Guará - Errante

A primeira gravação de um grande sucesso da Coyote Guará: Errante. Música e letra da banda, com a participação do Dr. Picanha!

Coyote Guará - LIve at Labour's Party (2008)





EAE, galera!!!

Tá para baixar no RapidShare o CD do show da Coyote GUará na Festa do Trabalhador!!

O endereço é:

ABRAÇOS

sábado, 30 de agosto de 2008

Lula Côrtes & Zé Ramalho - Paêbirú (1975)

É das coisas mais malucas e assombrosas que já se fez em música brasileira, mas eu me surpreenderia muito se tiver mais de 5 pessoas que a conheçam. O nome é escrito assim mesmo, com a combinação agramatical de acentos.
Em 1973, o paraibano Zé Ramalho estava cansado de animar bailes em bandas de iê-iê-iê de João Pessoa e Campina Grande. O pintor Raul Córdula lhe avisou que no Recife havia um pessoal diferente, conhecido pela alcunha de udigrudi pernambucano. Foi pra lá. O guru era Lula Côrtes, um hiperativo que dividia seu tempo entre o desenho e o seu inseparável (e legendário) tricórdio.
Este disco não foi a estréia de Zé. Ele havia entrado no estúdio em 1973 para participar de uma maluquice coletiva chamada Marconi Notaro no Sub Reino dos Metazoários.
Lula Côrtes se firmara como líder da turma durante a I Feira Experimental de Música do Nordeste (11/11/1972), também conhecida como Woodstock cabra da peste. “O ácido era distribuído ao público, cerca de duas mil pessoas, dissolvido num balde com K-suco”, testemunhou depois Marco Polo, futuro membro da Tamarineira Village, numa entrevista ao jornalista pernambucano José Telles (autor de Do Frevo ao Manguebeat, Editora 34).
No início de 1974, Zé foi apresentado a Lula, que vivia com a namorada Kátia Mesel no então distante subúrbio de Casa Forte (que virou bairro nobre do Recife). Lula lhe falou da Pedra do Ingá e da idéia de fazer um disco inspirado no sítio arqueológico de Ingá do Bacamarte.
O disco foi feito em 1975 no estúdio da Rozenblit (empresa fundamental para a história da música pernambucana) e lançado imediatamente. Mas na terrível enchente de julho daquele ano no Recife, as águas do Capibaribe invadiram a fábrica e destruíram praticamente toda a prensagem do disco, com a exceção de 300 cópias que haviam sido levadas para a casa de Lula e Kátia.
Dessas 300 cópias nasceu o mito, que é tão incrível que há gente que não acredita. Hoje é possível encontrá-lo em CD, lançado pela Shadoks, um obscuro selo alemão. Aki no Brasil o disco sai por um preço bem salgado: alguém oferece um exemplar do CD no Mercado Livre por 120 reais!!!!!

FAÇA O DOWNLOAD!!!!

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Banda Canastra (RJ)

Galera,

Vale a pena conhecer o som da banda Canastra, do Rio de Janeiro.

Esta big band carioca com apenas seis integrantes pertence à nova safra de boas bandas nacionais. Seu primeiro álbum, “Traz a pessoa amada em 3 dias”, liquidifica diversos ritmos resultando em um estilo próprio. Rockabilly e country music. Jazz e swing. MPB e surf music.

A banda foi formada em 2000, logo após o fim do Acabou La Tequila, banda anterior do vocalista Renato Martins. O som da banda se inspira no dixieland e no jazz de New Orleans e nos sambinhas elegantes da MPB, contando ainda com country, rock e surf music.

"Traz a Pessoa Amada em 3 Dias" é o primeiro disco do Canastra e foi lançado pelo selo independente Monstro Discos. O segundo CD, “Chega de Falsas Promessas”, lançado em maio de 2007, traz 10 canções inéditas e 1 regravação da música “Dallas” do Acabou La Tequila. "Já que a gente faz um som tão esquisito, passamos a ter a preocupação de entreter o público, pra não deixar ninguém ir embora", afirma Renato.

Ganhar, mas não levar, faz parte do jogo. O Canastra ganhou um festival de música há dois anos, cujo prêmio seria um contrato com uma grande gravadora. Não tão grande assim, diga-se a verdade, porque ela, a major, se embaralhou toda e não conseguiu cumprir o que fora acertado. Pena. Não conseguiu ver o futuro que estava desenhado.

Prêmio embolsado, promessa não cumprida descartada, fizeram o que tinha que ser feito: ficaram felizes com a metade do copo que estava cheio. Com parte do dinheiro que ganharam da major, gravaram em estúdios como Monoaural e AR, em estruturas que, no primeiro disco, todo gravado na base da brodagem, seriam impossíveis. Ah, a banda também cresceu e apareceu. Agora, são seis sujeitos de blusas floridas.

Os dois CDs deles podem ser ouvidos em:

> Traz a Pessoa Amada em Três Dias [2004] (Rapidshare)
> Chega de Falsas Promessas [2007] (Rapidshare)

Clipe - Olhos pra mim:



Vídeos de Shows no Youtube:

Meu Cappuccino



Pomo de Adão