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domingo, 6 de janeiro de 2008

Academia da Berlinda

ACADEMIA DA BERLINDA

Academia da Berlinda é uma banda de Olinda, formada por Alexandre Urêa e Tiné nos vocais, Irandê César na bateria, Yuri Rabid, no baixo, Gabriel Melo na guitarra, Hugo Gila no teclado e Tom Rocha e Gilsinho na percussão.

A maior parte dos oito componentes da Academia fazem parte de outros grupos, como A Roda, Bonsucesso Samba Clube, Variante, DJ Dolores & Aparelhagem, Eddie e Mundo Livre S/A.

A Academia da Berlinda nasceu como banda brega e cresceu acrescentando composições próprias aos shows. Daí para o primeiro disco foi um passo. O disco foi lançado este ano e saiu fresquinho do forno.

A banda vem experimentando novas canções para fazer dançar agarradinho, numa mistura de ska, rumba, salsa, cumbia, merengue, guaracha, samba de matuto, e outros ritmos brasileiros.

O disco conta com a participação de alguns ilustres da cena pernambucana, como Jorge DuPeixe, Fred 04 e China.

2007 Academia da Berlinda

1. Academia da berlinda
2. Ciranda enrustida
3. Cumbia do lutador
4. Nague
5. Ivete
6. Comandante
7. Envernizado
8. Bela vista
9. Brega Francês
10. Se ela gostar
11. Mama me queira
12. O sonho e a dor
13. Academia da berlinda (Remix)

BAIXE GRÁTIS EM: http://sharebee.com/a5956552

Se gostar, compre o CD: Ligue para (81) 91530-9789, ou mande um e-mail para

domingo, 9 de dezembro de 2007

Galvão

Grande seqüência de vídeos em homenagem ao "Gavião" Bueno....

Primeiro, Grêmio 2 X 0 SPFC, em MAI 2007:



Ainda no Olímpico, no meio da galera!!!!



Brasil x Equador no Maraca



De outro ângulo, pela SporTV



HAHAHAHAHAHAHA!!! ATé na final do Basquete no Pan!!!





Na final do acesso à Segunda divisão, Grêmio X timinho no Olímpico, em 02 DEZ 2007:

sábado, 8 de dezembro de 2007

Zeca-Feira

A Verdade sobre a Batalha das Toninhas

A participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial é um incidente pouco conhecido e, em termos do Conflito, de pequenas conseqüências. Contudo, deu-se em um momento delicado de nossa história e inseriu-se dentro de uma proposta de se obter uma maior participação nacional nos negócios mundiais, de forma que teve uma relativa importância local.

Conflitos diversos ocorrido entre o governo alemão e o brasileiro (INDICADO!!!! vejam a história completa, um pouco longa, mas bastante curiosa, no sítio Grandes Guerras, no endereço: http://www.grandesguerras.com.br/artigos/text01.php?art_id=68), levaram o país a criar a Divisão Naval em Operações de Guerra (D.N.O.G.), além de ter sido declarado o Estado de Sítio nos estados do Sul (com numerosos imigrantes estrangeiros) e no Rio de Janeiro e São Paulo, por causa das agitações operárias.

A iniciativa da criação de uma divisão naval tinha sido apresentada pelo Brasil na conferência de Paris, no final de novembro de 1917, com a oferta de dos dois cruzadores leves (Bahia e Rio Grande do Sul) e de quatro contra-torpedeiros, para operar no circuito Dacar-São Vicente-Gibraltar. Aceita a oferta, a Divisão foi criada em 30 de janeiro de 1918, com do citados cruzadores e os contra-torpedeiros Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Santa Catarina, sob o comando do contra-almirante Pedro Max Fernando de Frontin. Este pediu a cessão de um navio para servir de tender, tendo-lhe sido designado o Belmonte (ex-alemão Valesia), armado como cruzador auxiliar. Finalmente, o rebocador Laurindo Pita (hoje preservado como navio-museu no Rio de Janeiro) completava a DNOG, com um efetivo total de 1502 homens: 75 oficiais de armada, 4 médicos, 50 oficiais de máquinas, 5 oficiais comissários (intendentes), um farmacêutico, um dentista, um capelão, um sub-maquinista, 41 sub-oficiais, 43 mecânicos, 4 auxiliares de fiel, 702 marinheiros, 481 foguistas, 89 taifeiros, um padeiro e três barbeiros.

Mas a formação da flotilha brasileira sofreu de uma série de problemas, desde o início. Os navios brasileiros, lançados ao mar em 1910, não estavam equipados para a guerra anti-submarina: não tinham hidrofones para detecção de embarcações submersas e não havia calhas especializadas para o lançamento de bombas de profundidade. Além disso, os navios eram movidos por máquinas a vapor queimando carvão, o que exigia um número elevado de foguistas e demandava reabastecimentos constantes, fator agravado pelo pequeno porte de todas as embarcações – os contra-torpedeiros tinham somente 600 toneladas e um raio de ação muito limitado, exigindo constantes transferências de carvão, atividade muito complicada de ser feito em alto-mar. Finamente, devido à própria Guerra, que impedia o fornecimento de peças de reposição, as caldeiras dos cruzadores precisavam ser reparadas, o que não pode ser feito no Brasil.

Em Dacar, onde a Divisão chegou em 26 de agosto, após sucessivas paradas na rota, os navios receberam ordens de operar na área de Cabo Verde, até então só patrulhada – de forma inadequada – por duas canhoneiras inglesas. Os problemas, entretanto, continuavam. O vírus da gripe espanhola, adquirido em Freetown, começou a causar baixas (no final, a DNOG perderia 110 mortos e 140 incapacitados pela doença: 17% do seu efetivo total). Somava-se a isso os problemas mecânicos, que imobiliziram os dois cruzadores e um dos contra-torpedeiros, o que certamente reduziu em muito a eficácia de ação da Divisão.

Após algum tempo, nossos navios receberam ordens dos ingleses para seguirem para Gibraltar. E ali aconteceu um fato MUITO engraçado: a “batalha das toninhas”, quando um cardume destes peixes foi confundido com o rastro de um periscópio, fazendo com que o Bahia disparasse seus canhões contra os peixes. Um vídeo circula na Internet com uma aula de história em cursinho, proferida por um Prof. Carlão. (INDICADO!!!! Vejam o vídeo em http://videos.uol.com.br/video/aula-professor-carlao-a-batalha-das-toninhas-1a-guerra-040260D4914346. NÃO PERCAM!!! Muito engraçado!!!!!). Um outro incidente foi um ataque de canhões, feito pelo contra-torpedeiro Piauí contra o caça-submarinos 190 da marinha norte-americana, confundido com um submarino devido às suas pequenas dimensões, felizmente sem causar danos ao navio aliado, que logo se identificou.

FONTES:

http://www.grandesguerras.com.br/artigos/text01.php?art_id=68

http://videos.uol.com.br/video/aula-professor-carlao-a-batalha-das-toninhas-1a-guerra-040260D4914346